Nesta quinta-feira (23/10), o público amante da arte de narrar e ouvir boas histórias tem um encontro marcado com a imaginação. O Encontro de Contadores de Histórias do Amazonas acontece no auditório da Escola Normal Superior da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), localizada na avenida Djalma Batista, nº 2.470, bairro Chapada, zona centro-sul de Manaus. O evento é gratuito e será realizado das 9h às 16h.
A iniciativa integra o projeto “Aglomeração Literária: PalavrArtes em Move-Monte”, idealizado pelo coletivo cultural Alegriah, que atua na promoção da arte e da literatura no estado. A programação inclui oficinas formativas, rodas de conversa, contações de histórias, apresentações musicais e performances teatrais, reunindo artistas, educadores e estudantes de diversas áreas.
O projeto tem como proposta fortalecer a expressão artística e a escuta sensível, valorizando as narrativas (auto)biográficas e os saberes amazônicos. Além de Manaus, a iniciativa prevê atividades formativas em Iranduba, Rio Preto da Eva, Novo Airão e Coari, envolvendo comunidades locais e escolas públicas.
Segundo os organizadores, o encontro busca promover o diálogo entre gerações e incentivar a criação poética e a contação de histórias como formas de preservação da memória e identidade cultural da Amazônia. O “Aglomeração Literária” conta com apoio da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), do Governo do Amazonas, Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Conselho Estadual de Cultura (Conec), Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Associação de Escritores do Amazonas e Grupo Formas em Poemas.
Escolas convidadas e impacto social
Como parte das ações de impacto social e educativo do projeto, duas escolas públicas foram convidadas a participar das atividades. A proposta é aproximar estudantes da literatura e das práticas artísticas, incentivando a leitura e a imaginação por meio de vivências culturais.
O Encontro de Contadores de Histórias do Amazonas promete um dia inteiro de trocas culturais e artísticas, celebrando a força da palavra e o poder da imaginação elementos essenciais para manter viva a arte de contar e ouvir histórias na Amazônia.


