sexta-feira, julho 17

A cidade de Parintins viveu, nessa quarta-feira (16/07), mais um capítulo de devoção à sua padroeira. Cerca de 40 mil pessoas participaram da tradicional Procissão de Nossa Senhora do Carmo, segundo estimativa da Polícia Militar, em uma das maiores manifestações religiosas do Amazonas.

A celebração deste ano aconteceu dentro da programação do Ano Diocesano da Juventude, com o tema voltado ao fortalecimento da fé entre os jovens e à renovação da devoção à Virgem do Carmelo.

Dia de oração e peregrinação

Desde as primeiras horas da manhã, a Catedral de Nossa Senhora do Carmo recebeu centenas de peregrinos que participaram das missas, fizeram orações diante da imagem da padroeira, depositaram pedidos nas fitas de promessas, receberam o escapulário e agradeceram pelas graças alcançadas.

Ao meio-dia, a tradicional queima de fogos marcou um dos momentos mais aguardados da programação. Durante cerca de 15 minutos, o som dos rojões ecoou por toda a cidade, anunciando a homenagem dos fiéis à padroeira de Parintins.

Romeiros de várias cidades

A celebração reuniu moradores de Parintins e romeiros vindos de diferentes municípios da Diocese, como Maués, Nhamundá, Barreirinha e Boa Vista do Ramos, além de comunidades rurais e grupos de peregrinos de Manaus.

A união de milhares de pessoas reforçou uma tradição religiosa que atravessa gerações e mantém viva a devoção à Nossa Senhora do Carmo. “Todos os anos eu venho para renovar minha fé. Ela me dá força, esperança e paz para enfrentar os desafios do dia a dia”, afirmou a romeira Maria Aparecida de Andrade, integrante de um grupo de peregrinos de Manaus.

Tradição de fé

Considerada uma das maiores manifestações religiosas do interior do Amazonas, a festa de Nossa Senhora do Carmo reúne anualmente milhares de fiéis em momentos de oração, celebração e agradecimento.

Além da procissão, a programação inclui missas, novenas e atividades religiosas que movimentam a cidade e fortalecem a tradição católica na região, reafirmando a importância da padroeira na história e na identidade do povo parintinense.

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