A Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) iniciou oficialmente sua agenda de 2026 com visitas técnicas a empresas do Polo Industrial de Manaus (PIM), reforçando o compromisso com o desenvolvimento econômico e a valorização da indústria local. Nesta terça-feira (06/01), a autarquia esteve nas instalações da Indústria Amazonense de Alumínio (IAA) e da CAA Indústria, localizadas no bairro Distrito Industrial, zona Sul da capital.
A comitiva foi liderada pelo superintendente Bosco Saraiva e contou com a presença de gestores das áreas de projetos, desenvolvimento e inovação tecnológica da Suframa. O objetivo foi acompanhar de perto o desempenho das empresas, suas estratégias de crescimento e as perspectivas de expansão para 2026.
Fundada em 2014, a Indústria Amazonense de Alumínio atua na fabricação de produtos voltados à construção civil, indústria naval e setor moveleiro. A empresa opera atualmente com duas plantas industriais e emprega cerca de 80 colaboradores.
Uma das unidades é dedicada ao segmento naval, com produção de botes, balsas, iates, chapas navais e telhas industriais, enquanto a outra, inaugurada em 2025, é especializada em serviços de MDF, atendendo o mercado de marcenaria com corte, usinagem e acabamento de móveis planejados.
Recentemente, a empresa conquistou a certificação ISO 9001 na linha de alumínio e projeta um crescimento entre 20% e 30% em 2026, especialmente no setor naval. No ramo moveleiro, a expectativa é ampliar a produção em série, com a criação de novos turnos e geração de mais empregos.
Segundo Bosco Saraiva, iniciar o ano com visitas às indústrias é uma forma de reforçar o compromisso da Suframa com o fortalecimento do Polo Industrial de Manaus. “Acompanhar empresas que investem em inovação, qualidade e geração de empregos demonstra que estamos atentos ao crescimento do PIM e dispostos a apoiar iniciativas que contribuem para o desenvolvimento sustentável da região”, afirmou.
As visitas marcam o início de uma agenda que prevê maior aproximação entre a autarquia e o setor produtivo ao longo de 2026, visando incentivar novos investimentos e consolidar a indústria amazonense como referência nacional.

